Você não precisa ter o dinheiro para ter usina própria. O financiamento sai com entrada zero, e a parcela entra no lugar de boa parte da conta de luz. A diferença é que a parcela um dia acaba. A conta não.
Dez segundos, sem cadastro e sem e-mail.
Use a média dos últimos meses. Conta de verão engana.
Vai junto na mensagem, pra gente já saber a distribuidora.
Estimativa por médias de irradiação, tarifa e financiamento. O número que vale é o do projeto, feito depois da visita técnica no seu telhado.
Esse é o negócio inteiro numa linha. Hoje você paga uma conta que sobe todo ano e nunca vira nada seu. Com a usina, você paga a taxa mínima da distribuidora mais a parcela — e quando a parcela termina, sobra só a taxa mínima. Os números abaixo acompanham o simulador lá em cima.
Sua conta inteira, todo mês, subindo com a tarifa.
Taxa mínima da distribuidora mais a parcela do sistema.
A parcela sai de cena. Fica a taxa mínima, e a usina é sua.
Painel solto não gera nada sozinho. Vira patrimônio o conjunto: dimensionamento pelo seu consumo real, equipamento, obra e a papelada com a distribuidora. Um interlocutor só, do orçamento ao primeiro kWh.
Imagens ilustrativas.

Do sobrado à casa térrea. O sistema é dimensionado pelo histórico de consumo do imóvel, não por estimativa de telefone.

Onde a conta de luz come margem, a usina devolve caixa todo mês — e o financiamento com entrada zero preserva o capital de giro.

Equipe própria, com estrutura e cabeamento dimensionados pro seu telhado. A Invert protocola e acompanha até o medidor bidirecional ser trocado.




É a pergunta que todo mundo faz, e ela tem resposta visual. De dia a barra amarela passa da linha de consumo e a sobra vira crédito na distribuidora. À noite a geração some, o consumo continua, e o crédito é gasto. Em 24 horas a conta fecha — e por isso o sistema não precisa de bateria.
Sem você virar engenheiro no meio do caminho. E sem tirar dinheiro do bolso na largada.
O técnico vai ao imóvel, mede o telhado e lê seu histórico de consumo. O sistema é dimensionado no que você gasta de verdade.
Proposta com entrada zero, e você escolhe a parcela. A aprovação sai antes de qualquer equipamento ser comprado.
Equipe própria, estrutura e cabeamento dimensionados pro seu telhado. A obra se concentra em poucos dias e o imóvel segue funcionando.
A Invert protocola e acompanha na distribuidora até o medidor bidirecional ser trocado. É aí que a conta cai de verdade.

Ao lado está o feedback do Genivaldo, publicado pela própria Invert. Cliente real, peça real — aqui não tem depoimento montado.
Sim, essa é a proposta de entrada da Invert: o financiamento cobre o sistema e você começa pagando a primeira parcela, não uma entrada. A aprovação sai antes de qualquer equipamento ser comprado, então você sabe a parcela antes de assumir compromisso. Se quiser dar entrada para reduzir a parcela, também dá — é escolha sua, não exigência.
Não. Depois da homologação sua conta de luz cai pro mínimo obrigatório da distribuidora, a taxa de disponibilidade que existe para todo imóvel ligado à rede. O que você passa a pagar é essa taxa mínima mais a parcela do financiamento. Na maioria dos casos essa soma já sai menor que a conta de hoje, e a parcela um dia acaba. A conta não.
Acontece em conta baixa, e o simulador desta página avisa na hora em vez de esconder. Nessa faixa o sistema continua se pagando ao longo do tempo, mas o caixa do mês só fica positivo com uma entrada ou com prazo maior. Vale conversar antes de descartar: o número do projeto, feito depois da visita, costuma mudar a conta.
O sistema é um bem instalado no imóvel e entra na negociação da venda, normalmente valorizando o preço. O financiamento pode ser quitado com o valor da venda ou transferido, dependendo do banco. A Invert orienta o caminho no seu caso.
O sistema é conectado à rede, o chamado on-grid. Quando você gera mais do que consome, o excedente vira crédito na distribuidora. Quando o sol falta, você puxa da rede e abate esse crédito. Por isso o dimensionamento é feito em cima do consumo anual e não do dia. Dá pra ver isso funcionando no controle "Arraste e veja" aqui em cima.
Para o sistema conectado à rede, não. A própria rede funciona como sua bateria: você deposita de dia e saca à noite. Bateria só entra em projeto quando o objetivo é continuar com energia durante uma queda da rede, e aí é outro escopo e outro preço.
A instalação costuma levar poucos dias. A homologação depende do prazo regulatório da distribuidora da região, e é ela que define quando o medidor bidirecional é trocado e a conta cai de fato.
Em geral o sistema exige limpeza periódica dos módulos e acompanhamento da geração, que é como se identifica queda de performance cedo.
Módulos e inversores de mercado trabalham com garantias de fábrica longas, e a instalação tem garantia própria do instalador. Os prazos exatos vêm no orçamento, por escrito.
Ela chega igual no ano que vem, e mais cara. Manda a foto da conta atual e o histórico de consumo: a gente devolve o dimensionamento e a parcela reais, sem custo e sem compromisso. Depois disso a decisão é sua.